Quando o trabalho vem só de indicação, a agenda depende de quem lembrou de você naquela semana. Duas semanas cheias, seguidas de duas semanas de silêncio — não porque o serviço piorou, mas porque a rede de contatos tem limite: ela vai e volta em ciclos, e você não controla quando.
Isso não é sobre ser bom ou ruim no que faz. É sobre depender de uma única porta de entrada — a lembrança de quem já te conhece — pra encher a agenda inteira.
Quem nunca ouviu falar de você é uma segunda porta. Ela não some quando sua rede de indicação está quieta — ela abre exatamente quando alguém pesquisa no Google, num momento que não tem nada a ver com sua agenda.
Aparecer no Google e ter o WhatsApp organizado não faz o telefone tocar todo dia — isso ninguém pode prometer. O que muda é que a semana vazia deixa de depender só de quem já te conhece: agora tem uma segunda porta aberta, o tempo todo, pra quem nunca ouviu falar de você.
Se essa outra porta já for útil, dá uma olhada em como fica antes de decidir qualquer coisa.